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O fabuloso talento de “Amelie”!

Ao invés de falar do meu filme favorito, resolvi agraciar a musa que o fez tão belamente: AUDREY TAUTOU.

Francesa, nascida em agosto de 1978, ela conquistou a confiança dos conterrâneos com a atuação em “Instituto de Beleza Vênus”, de 1999, quando levou para casa o César de atriz revelação, mas foi em “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”(imbatível!), de 2001, dirigido por Jean-Pierre Jeunet, que a atriz ficou conhecida em todo o mundo. A personagem rendeu a Tautou uma indicação ao César e outra ao Bafta de melhor atriz. Amélie Poulain conquistou o coração dos espectadores, inclusive o meu.

Em 2004, Audrey Tautou filma “Eterno amor”, em 2005 de “Bonecas russas” e em 2006 estrela o “Código da Vinci”, no mesmo ano, Audrey filma “Amar não tem preço”. Foi no ano de 2002 que a atriz filmou o primeiro longa em língua inglesa, do diretor Stephen Frears, o mesmo de “Ligações perigosas”, “Coisas belas e sujas” aborda o tema tráfico de órgãos.

Em 2009 Audrey estréia nas telonas a cinebiografia “Coco antes de Chanel” (“Coco before Chanel”), que conta a trajetória da famosa estilista francesa Gabrielle Bonheur Chanel. O filme é uma “PÉROLA”, fotografia linda, figurino impecável e Audrey cheia de atitude e, claro, muita elegância, assim como Coco que foi uma revolucionária da moda na época e ainda é até hoje, mesmo depois de tantos anos de sua morte é ainda muito admirada.

Uma curiosidade é que o filme fez com que a “moda Channel” ganhasse as luzes dos holofotes no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro e São Paulo foram montadas exposições em shopping centers para divulgar Coco Antes de Chanel, na semana de lançamento do filme nos cinemas. No Shopping Leblon (RJ) foram exibidas fotos oficiais do filme, enquanto que no Iguatemi (SP) foram expostas roupas e acessórios que pertenceram à própria estilista.

A bela atuação de Audrey como Coco rendeu a ela uma indicação ao Bafta e ao César de melhor atriz. O filme foi indicado ao Oscar de melhor figurino e levou o César na mesma categoria.

A informações agora é que depois de estrelar Coco, a atriz  está se preparando para mais uma adaptação e desta vez, será Therese B., filme de Claude Miller, o mesmo de “Um Segredo em Família”.

O longa se passa em 1920 e conta a história de Therese Desqueyroux, uma mulher casada, mas com espírito libertário e que luta contra as pressões sociais e o tédio da vida nos subúrbios. As filmagens estão programadas para começar em 2011 e dizem que a intenção dos produtores é fazer negócios no Festival de Cannes. Aguardamos nossa BELA e sua próxima atuação.

A francesinha com um sorrido peculiar, olhos incrivelmente curiosos e aquela franjinha esquisita, nunca vai ser esquecida. Audrey será nossa eterna Amelie!

Aperte o Play aqui em baixo…assista o trailer….e, claro, corra para a locadora, já!

Por Mel Cândido

Um amor de paixão!

Quem nunca sonhou ficar velhinho ao lado de um grande amor? Eu já! Então, se você é como eu não pode deixar de conhecer a história de “ELSA E FRED”, um filme que retrata o amor na terceira idade. Elsa e Fred – um amor de paixão de 2005 foi dirigido e também escrito por Marcos Carnevale.O filme conta uma linda e incomum história de amor entre Elsa, interpretada por China Zorrilla e Fred, interpretado por Manuel Alexandre, que recebeu uma indicação ao Goya.

                            

Quer saber mais sobre este belo filme do cinema argentino? Vamos lá…..

Alfred é um senhor de 78 anos que está se mudando para um apartamento com a ajuda da filha Cuca. Nesse momento, uma senhora chamada Elsa, que também mora no prédio, bate no carro de Cuca e foge. O neto de Fred conta o que viu à mãe que resolve tirar satisfação com Elsa.

É ai que as vidas dessas pessoas se cruzam. Elsa ao entregar o dinheiro do conserto do carro  para Fred se encanta com a gentileza e o charme dele. Ela resolve investir em Fred e paquerá-lo na maior cara dura e entre o convite para um chá e jantar no melhor restaurante de Madri, os dois começam a se conhecer.

Fred vive uma velhice monótona e rotineira, e carrega a tristeza de ter perdido a esposa recentemente. Já Elsa é pura energia, com espírito jovem e aventureiro, leva com ela a alegria de viver.

Cada encontro, saída e conversa entre os dois são envolventes. Elsa consegue tirar Fred da tristeza e eles mergulham juntos num amor maduro e cheio de paixão.

Ao descobrir que Elsa está com problemas de saúde, Fred não pensa duas vezes e realiza o sonho de Elsa e embarcam numa encantadora viagem a Roma e o que ocorre é mágico!

Elsa e Fred mostram que o amor na terceira idade é capaz de envolver paixão e sonhos. Os personagens são adoráveis e provam que não precisam negar a velhice para desfrutar o máximo do amor que podem viver.

Apaixonante!

Por Mel Cândido

Prazer, David Lynch

Medo, suspense, incógnitas e criatividade, mas muita criatividade. Entre as várias obras do excêntrico diretor, o longa “A estrada perdida”, de 1997, é estruturado em duas tramas que se entrelaçam por meio dos personagens criados por Lynch.

Não só os enquadramentos e movimentos de câmera, que fogem à regra, fazem de David, um ímpar do cinema mundial. A descontinuidade dos fatos torna-se um conceito para o diretor, que defende que a narração fechada, com começo, meio e fim iluda a realidade. Por isso, ele faz a opção pela desnarração.

O que vemos em seus filmes são diálogos, situações soltas, que cabe ao espectador montar sua própria história. Não estranhe se sua conclusão for louca e incompreensível, pois elas já são de se esperar.

Então aí vai uma dica, lynch pede mais atenção para as imagens do que para outros atributos da ficção. Viaje nos vários leques de possibilidades que elas possam lhe oferecer. Talvez só aí, você descubra a chave para o mundo lynchiano.

Agora é uma boa hora para tentar, não acha? Confira um trecho do filme.

Por Lia Toledo

Dica nacional

Agora diretamente das telonas é hora de uma dica nacional: “NINA”. Um filme de 2004, dirigido por Heitor Dhalia , o mesmo do conturbado “Cheiro do ralo.”

O longa foi exibido na mostra première Brasil, no Festival do Rio 2004 e ganhou o prêmio da crítica, no Festival de Moscou. Para quem só conhece a atriz Guta Stresser como a Bebel do seriado global “A grande família”, se impressiona com a atuação da atriz que interpreta uma jovem transtornada. Outro destaque do longa é Miriam Muniz que da vida a uma velha bem cruel.

Confira os detalhes e cenas deste filme que foi inspirado por algumas passagens de “Crime e castigo”, de Dostoiévski.

-> Nina é uma jovem que passa por sérias dificuldades financeiras. Ela tenta procurar um meio de sobrevivência na grande São Paulo, trabalha como garçonete e mora em um quarto alugado. A dona do apartamento onde mora é Dona Eulália, uma velha mesquinha e malvada que adora humilhar a garota. Coloca nome em todos os alimentos que tem a casa,tranca a geladeira impedindo Nina de comer, viola a correspondência da garota e chega até a roubar o dinheiro mandado pelos pais dela.

Em meio aos desenhos que costuma fazer e as lembranças do passado, Nina sofre. Sem dinheiro, ela chega a comer ração do gato da Dona Eulália e a limpar o apartamento da velha. Na rua, ela conhece um cego e é na casa dele o local da cena mais hilária do filme, com coreografias e atuações impecáveis. Nina rouba o dinheiro do cego, mas quando vê uma mulher apanhar de um taxista por não ter dinheiro, acaba pagando a corrida da senhora com o único dinheiro que tem.

Nina fica completamente atordoada quando dona Eulália resolve despejá-la do apartamento e apresenta o novo inquilino. Desesperada ela vai atrás de ajuda, mas o mundo lá fora só piora a tensão. Preste atenção numa cena em Nina desce uma escada, nela os movimentos de câmera nos faz entrar na agonia da personagem O sobe e desce de Nina na escada em forma de caracol expressa a confusão vivida pela personagem, enriquecendo o filme.

A garota começa ter alucinações. É como se entrasse em um mundo interno cheio de imaginação,crime e castigos. Nina é um filme cheio de suspense, com atuações elogiadíssimas pela crítica de Guta Stresser e Miriam Muniz.

Corram para a locadora!

Por Mel Cândido

Jodie, Jodie, Jodie!

Consagrada como uma das maiores figuras do cinema mundial, a atriz Jodie Foster começou cedo nas telonas. Aos 3 anos de idade, ela atuou em comerciais da Coppertone e durante a infância estrelou em filmes da Disney.

Além de atuar, a atriz também trabalhou como diretora e produtora nos filmes: Nell, de 1994, Contato, de 1997 e o quarto do pânico, de 2002, no qual ela contracena com o experiente Forest Whitaker. Mas foi no suntuoso “Ana e o rei”, de 1999, que Jodie recebe um cachê de 15 milhões de doláres, o maior da sua carreira.

No drama “Valente”, de 2007, a atriz faz o papel da justiceira Erica Bain e mostra para o público como manter a forma aos 45 anos de idade. A bela participa de cenas quentes com o jovem ator Naveen Andrews, seu par romântico na trama.

Ela também divide as cenas com outro veterano, o ator Terrence Howard. Ele interpreta um destemido detetive que  passa a vasculhar as ruas de Nova Iorque à procura de pistas para solução dos crimes que estavam ocorrendo.

Apesar do filme retratar um tema clichê, o roteiro é bem amarrado e causa impacto no telespectador com suas incessantes cenas de violência, nas quais Erica busca fazer justiça com as próprias mãos.

Jodie foi indicada ao globo de ouro de Melhor Atriz, porém sua ótima atuação em valente foi “apagada” pela francesa Marion cotillard, que acabou por “Piaf- um hino ao amor”.

por Lia Toledo

Quero logo!

Não vejo a hora de Toy Story 3 chegar aos cinemas! Pode até ser um filme pra crianças, mas acho que exatamente por isso preciso ver! Este filme lembra demais a minha infância e eu simplesmente adoro!

O primeiro Toy Story foi lançado em 1995, na época eu tinha uns 6 anos e lembro que não fui ao cinema assistir, mas via várias vezes a fita com minhas primas. Ver o mundo de todos aqueles brinquedos que tinham vida e o Woody com suas trapalhadas era demais!

Este filme foi o primeiro longa metragem da Pixar e o primeiro longa totalmente feito por computação gráfica.

Agora o Toy Story foi feito totalmente em 3D e será lançado aqui no Brasil dia 19 de junho. Os atores que emprestam as vozes são Tom Hanks, fazendo a voz do Woody, e Tim Allen fica com o Buzz.

Desta vez o herói Woody terá que resgatar seus amigos, depois que Andy indo à faculdade doa todos eles para caridade, menos Woody.

Veja o trailer do filme:

Por Aline Bonilha

Crianças-talento

Dentre os atores mirins de destaque do mundo do cinema, lembraremos sempre de Macaulay Culkin em sua performance no filme “Esqueceram de mim”.

Outro jovem talento é Daniel Radicliff, que ganhou reconhecimento pelo seu papel como protagonista em Harry Potter.

Tem muita criançada com o dom de atuar, mas em 1999, foi a vez de Haley Joel Osment brilhar em “O Sexto Sentido”, no qual ele contracena com Bruce Willis.

O pequeno astro foi indicado como melhor coadjuvante no Oscar e no Globo de Ouro. O filme ainda levou cinco indicações ao Oscar: de melhor filme, diretor, atriz coadjuvante, roteiro original e montagem.

Dirigido por Shyamalan, o filme animou tanto os executivos, que a estréia foi antecipada para mais de dois meses.

Nos Estados Unidos, o filme liderou o ranking semanal de público durante seis semanas e no Brasil, quatro milhões de pessoas foram ao cinema durante dois meses.

Sinopse:

Malcom Crowel é um psicólogo infantil, vivido por Bruce Willis.

Após um caso mal-sucedido com um paciente, Crowel tenta redimir seu erro tentando a todo custo ajudar Cole, um garotinho assustado e confuso, com dificuldade de entrosamento na escola.

Cole reluta em se abrir, mas o médico o conquista aos poucos e faz com que o menino revele um segredo.

Começa então uma emocionante descoberta do sexto sentido de Cole, na interpretação natural e brilhante do ator mirim Haley Joel Osment.

Crowe consegue enfim ajudar o atormentado garoto a lidar com sua realidade sobrenatural.

Com um roteiro inteligente e bem amarrado, o filme traz trilha e cenas que compõem o clima de suspense e mistério ideais.

Conta também com um final surpreendente e imprevisível.

Por Carolina Carvalho